Confete, Serpentina e Perfume
Velhos carnavais que não voltam mais. Já que o exxxcaldante pré-carnval carioca (que já rendeu boa alegria) está em iminente banho maria com a chegada da trupe da corregedoria do swing muleke (leia-se mamãe, vovó e até titia) estou traçando uma rota alternativa para furar o bloqueio dos blocos da zona sul até degustar um chá das cinco na Colombo Copacabana.
Como não só de dar o braço a torcer facilmente (mentira pura, falando nisso menti até em sonho hoje – impressionante!), vou tentar arrastar vovó para um baile de marchinhas. Quem sabe se eu puxar a marchinha do cheirinho eu não desperte sinapses véias cansadas de guerra? Ou nããão, nããão é naaada diiisso???
Me dá um Cheirinho
Sebastião Lopes
Me dá um lenço Mandarim
Bote um pouquinho deste cheirinho para mim.
Boto, bote.., bote mais um bocadinho
Com esse cheiro eu vou pro céu devagarinho.
O delegado não quer que se cheire isto não
Pode haver confusão no salão,
Mas bote, bote…, bote mais um bocadinho
Para alegrar o coração de um folião!
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