Sou cria dos anos 80. Mas como todo irmão mais novo era mais fácil percorrer caminhos já tilhados, e no meu o The Police ficou pela beira do caminho. Nunca tive curiosidade pela banda, nunca ouvi um disco inteiro e, para falar a verdade, minha lembrança mais remota do Sting não é com o baixo nas mãos cantando Roxanne. Na verdade, recordo saudosamente de uma aparição sua numa história do Chico Bento lutando pela preservação da Amazônia. De cara achei o figura um chato de galochas (seja lá o que isso queira dizer).

Não estou desmerecendo ninguém, só não participo deste universo. Até me animei a ver os caras aqui no sábado em pleno Maracanã, atraído pela bagunça e na carona da empolgação de amigos. Quando me dei conta que desembolsaria uns 200 realces, logo desisti. Deixo meu lugar para quem gosta.

Percebi que fiz a coisa certa hoje, voltando para casa de ônibus vi um cartaz do show de lançamento do novo cd da Nação Zumbi dia 14/12 no Circo Voador. Não há quem me faça trocar uma pela outra. Enquanto isso vou ouvindo o cd novo dos caras. Você devia fazer o mesmo.

ps: stingmaníacos, livrem-me da fogueira.



3 Responses to “It’s the end of the year as we know it”  

  1. 1 plancto

    lembrei de uma definição do italo calvino de classico: pra ele, um classico é aquilo que ninguém tem coragem de dizer que nunca leu. e quando resolve ler pela primeira vez, diz que está relendo. se não pega mal.
    gostei, condivido, vamos ao zumbi?
    alias, dia 7 tem cordel do fogo encantado e dj dolores. que tal?
    beijinhos,
    gb

  2. 2 clarisse

    parece que as coisas boas resolvem acontecer no rio só quando eu não estou aí… será que vai sobrar algo pra minha volta?
    bjo!

  3. 3 ericom

    Plancto: Cordel pode ser uma boa pedida, depende das possibilidades do sábado. Se o tempo der para saltar vai complicar.

    Clarisse: Será que vai sobrar? Eu estou guardando o melhor exatamente para a semana de sua volta, pode aguardar.

    Bjs

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